A história por dentro da prisão mais famosa da Irlanda: Kilmainham Gaol

Olá pessoal, tudo bem? Estive sumida mas foi por motivos de: estudos, a bienal e o meu próximo concurso que vou fazer nesse fim de semana. Então, tive que deixar o blog um pouquinho de lado. Mas sempre lá nas redes sociais atualizando vocês!

Minha próxima viagem vai ser para a Europa, e andei pesquisando alguns países que gostaria de conhecer. Em uma dessas pesquisas descobri e comecei a ler (tipo muito) sobre Dublin e a sua cultura. Quer ver o que achei? Então termina de ler esse post!

Dublin de um jeito inusitado

Que Dublin é um das cidades mais antigas da Europa alguns já sabem. Isso quer dizer que há muita cultura e muita história espalhada pela cidade. Não conhece (assim como eu), mas quer conhecer? Comece de maneira bastante inustitada: conheça a prisão mais importante da história Irlandesa. Isso porque muitos prisioneiros de lá foram homens e mulheres que deram suas vidas pela independência da República da Irlanda. Hoje ela é considerada uma das maiores prisões desocupadas de toda a Europa. 

O que houve lá dentro?

Construída em 1796, ela serviu de cenário para torturas, prisões de rebeldes e o enclausuramento de figuras notórias. A prisão se diferenciava das outras pelo fato de que “abrigava” aqueles que lutaram contra a ocupação Inglesa na Irlanda por mais de 100 anos. Eles foram presos e muitos executados lá dentro.

Até 1820, enforcamentos públicos eram realizados seguidamente em frente à prisão. A partir daí, esse tipo de execução tornou-se mais rara – ou menos pública. Em 1891, foi construída uma cela especial, própria para enforcamentos.

Não havia distinção entre prisioneiros.  Não importava o tipo de crime, se era mulher, criança ou homem: todos se misturavam em celas de cinco pessoas. Os prisioneiros recebiam, a cada duas semanas, apenas uma vela para iluminação e aquecimento, eles passavam frio boa parte do tempo.

Todos que visitam a  Kilmainham Gaol dizem que lá um lugar sombrio, e até arrepiante, mas absolutamente fascinante.

O século XVIII

Assim que ela foi inaugurada, era considera uma das prisões mais modernas na Irlanda. Isso não é sinônimo de mordomia, pelo contrário: Nos primeiros 50 anos não havia vidros nas janelas e também não tinha energia elétrica. SIM! Imaginou o frio que as pessoas passaram no inverno da Irlanda?

O primeiro politico a ser preso lá foi o líder da rebelião irlandesa, Henry Joy McCracken. Posteriormente ele foi condenado a enforcamento em praça pública. A “United Irishmen” foi inspirada pela Revolução Francesa e pelos Direitos dos Homens (The Right of Men) de Thomas Paine, cujos objetivos eram transformar a Irlanda em uma república.

A grande fome de 1845

Na década de 1840 a ilha da Irlanda foi acometida por um terrível fungo que acabou atacando as grandes plantações de tubérculos na época. Tratou-se da tristemente célebre praga da batata, que provocou um dos maiores surtos de fome da Europa moderna, matando milhares de irlandeses. Poucas vezes na história a vida de um povo inteiro foi tão afetada por uma praga como aquela.

As cidades encheram-se de gente esfomeada e de tifosos. Os armazéns eram tomados de assaltos e saqueamentos. Enquanto isso, os coléricos e doentes em geral se proliferavam em todos os lugares das cidades maiores numa insuficiente distribuição de sopas para amparar os sobreviventes.

Agora pasmem: nos últimos anos do período da Grande Fome houve um aumento significativo no número de prisioneiros dando entrada em Kilmainham Gaol. As pessoas “faziam questão” de serem presas porque estando na cadeia seria garantido receber ao mesmo um pouco de comida.

O conceito de “reabilitação”

Durante esse período a prisão era regida pelos princípios do silêncio e da separação. Comunicação entre os prisioneiros era proibida e eles passavam a maior parte do tempo em suas celas. As autoridades da prisão esperavam que os prisioneiros usassem esse tempo para ler a Bíblia e repensar seus crimes.

A marcação da cruz a seguir fica bem em frente à outra cruz que marca o local das execuções. Essa cruz foi colocada lá para marcar a execução de James Collony, o qual foi condenado à morte por fuzilamento devido à sua participação no movimento republicano. Seu corpo, junto com os corpos do demais rebeldes, foi jogado em uma vala comum, sem caixão.

Hoje

Embora hoje em dia a prisão de Kilmainham não abrigue presos, ainda continua sendo um lugar cheio de história.

A visita guiada à prisão de Kilmainham Gaol começa na capela da prisão, onde Joseph Plunkett se casou com Grace Gifford pouco antes de ser fuzilado por participar da Revolta da Páscoa. O passeio continua pelos corredores que levavam às antigas e lúgubres celas, e termina no pátio onde aconteciam as execuções. Uma vez terminada a visita guiada, você pode visitar o museu da prisão, onde são exibidos diferentes objetos que pertenceram aos prisioneiros.

Dicas de filmes

Muitos filmes foram gravados em Kilmainham Gaol, sabiam?

 

Gostou das dicas para visitar a Kilmainham Gaol, a prisão de Dublin? Compartilhe.

 

Carlos Ruas na XI Bienal do Livro de Pernambuco

Um sábado qualquer

Vocês conhecem o Carlos Ruas? Aposto que sim. As tirinhas dele são amplamente difundidas na internet (principalmente nas redes sociais) com uma leitura bem-humorada do Criador (Deus). “Um Sábado Qualquer” (http://www.umsabadoqualquer.com/) rende mais frutos que qualquer árvore das parábolas de Jesus. Seu blog tem mais de 40 mil acessos diários de pessoas que querem saber mais sobre todo esse universo religioso. Além dos sucessos nas tirinhas on-line, Ruas ficou famoso pelo humor livre de preconceitos ao tratar de um tema polêmico: a religião.

O criador fez personagens seculares com muita criatividade, inteligência e tornou algo que mescla o sério com o cômico. Carlos Ruas é designer e o responsável pelo blog. Hoje seus personagens, como Deus e Luci, ficaram tão famosos que foram além dos quadrinhos, eles existem em formato de pelúcia. Uma fofura! Isso mesmo. Hoje ele possui livros impressos publicados e até itens como almofadas, quadros, capachos etc, como forma de firmar a sua marca no dia-a-dia dos fãs. Confira aqui o seu acervo. Eu sou apaixonada!

O que acho mais legal nas tirinhas do Ruas é que além da temática religiosa com a pitada cômica, não é raro ver o seus personagens interagindo com Friederich Nietzche, Oscar Niemeyer, Charles Darwin, Chico Xavier, Vinicius de Moraes e muitos outros.

Para quem não conhece, eu digo: Vale muito a pena conhecer o trabalho do Ruas. É um humor que não é nem de longe ofensivo. Claro, que para os radicais, a figura muda. O humor do cartunista é light e pacífico, assim como tem de ser!

Bienal do Livro de Pernambuco

Quem me segue nas redes sociais sabe que o blog foi selecionado para fazer parte da cobertura da XI Bienal do Livro de Pernambuco. Foi uma grande conquista, pois eu sempre goste de ler!!! Então fiquem ligados, que vai ter muito conteúdo bacana por aqui nessa curta temporada. Para quem é de Recife e proximidades, fica a aqui o meu convite: A bienal será realizada de 06 a 15 de outubro no Centro de Convenções de Pernambuco e vai trazer nessa edição várias novidades para quem gosta do universo geek e cultura pop, como oficinas de HQ e Artist Alley.

O Carlos Ruas é um dos nomes integrantes dessa ala ao lado dos gigantes Thony Silas, responsavel por desenhar personagens como Batman, Homem- Aranha e Demolidor pela DC COMICS e Eron Villar, roteirista.

O autor tem Quino como uma das grandes referências. Em uma das suas entrevistas diz que a melhor ferramenta para se trabalhar é a mão. Os seus desenhos são feitos primeiramente a lápis e nanquim para depois serem escaneados e  com a ajuda de programas, as sequências são montadas e coloridas e só então estão aptas para publicação. 

Ele diz sempre ter sido um leitor apaixonado de tirinhas, e quando percebeu que tinha talento para a coisa, resolveu criar as suas próprias. Como o tema religião o interessava, e poucos artistas abordavam o assunto, ele decidiu apostar na ideia.

Críticas?

Até onde eu sei, o Ruas não tem uma religião definida, e isso se torna algo bom para o seu trabalho pois ele se mantém imparcial e fala de todas as religiões com um toque de humor muito legal.

Acredito que um grandes diferenciais do trabalho dele é o fato de abordar uma questão delicada (Deus, religião e o diabo) com personagens que são humanizados, que possuem os vícios e virtudes que nós, meros mortais temos. O intuito de Carlos Ruas não é levantar bandeira ou ofender qualquer religião, mas busca promover “o diálogo, o debate e o livre pensamento filosófico” em um tempo marcado por manifestações de intolerância.

Para quem gosta de tirinha e de cultura pop vale a pena conferir o seu trabalho. E para quem é de Pernambuco, nos vemos na Bienal!

Um beijo e até a próxima!

 

Terça de lei: o vergonhoso sistema prisional feminino no Brasil

Vocês imaginam como é ter que coar seu próprio café com um par de meias  sujas?

 

 

O Brasil tem a quinta maior população carcerária feminina do mundo. A separação de estabelecimentos prisionais em masculinos e femininos no Brasil é prevista pela Lei de Execução Penal (lei 7.210/84). Contudo, ainda é possível encontrar presídios mistos espalhados no país, por incrível que pareça! Nesses presídios os relatos de violência sexual são comuns e nefastos, não possuindo uma política pública especifica para esses casos. A maioria dos casos de encarceramento de mulheres é pelo tráfico de drogas, e consiste na verdade no transporte das drogas de uma cidade à outra, entre Estados, para fora do Brasil, ou para dentro dos presídios, onde estão presos seus filhos e companheiros.

O cárcere para as mulheres, infelizmente é o início de uma solidão extrema, pois é comprovado através de relatos e dados que as mulheres recebem poucas ou em alguns casos, nenhuma visita, inclusive dos seus maridos e/ou parceiros. Isso tudo afeta a autoestima, uma vez que sem seus familiares por perto e sofrendo a todo momento violências diversas a mulher se vê em uma prisão que extrapola os limites físicos, mas também psíquicos. É importante dizer que o sistema prisional ignora a especificidade da mulher no cárcere, ao ponto dessas mulheres utilizarem jornal e miolo de pão como absorvente. O que faz com que essas mulheres tenham suas subjetividades retalhadas. Isso tudo é traduzido pelo grande livro ” Presos que menstruam” da autora Nana Queiroz, livro que tiver a oportunidade de conhecer com uma amiga que estava lendo. O tema me despertou interesse. Apesar de a lei brasileira autorizar desde o ano passado que grávidas e mães com filhos de até 12 anos tenham a prisão provisória convertida em prisão domiciliar o encarceramento ainda é regra.  O livro conta a vida de algumas presidiárias brasileiras e provoca um sentimento poderosos e urgente: a empatia.

   Absorvente de miolo de pão

É sufocante ver que as precariedades das penitenciárias brasileiras tratam o fato de as mulheres serem tratadas como bichos, sem acesso à saúde e cuidados com higiene. O poder público parece ignorar que está lidando com mulheres e oferece um ‘pacote padrão’ bastante similar ao masculino, nos quais são ignoradas a menstruação, a maternidade, os cuidados específicos de saúde, entre outras especificidades femininas. Há inúmeros relatos de  detentas que reclamam de acesso à saúde, e narram casos em que “policiais e carcereiros resistiram até o último minuto para levar mulheres em trabalho de parto para o hospital – em alguns casos, as mulheres deram à luz na própria cadeia. Uma coisa que não lhes falta são ansiolíticos e antidepressivos. É praxe, segundo as detentas, que a administração dos presídios e os médicos responsáveis receitem remédios controlados para mantê-las ‘dóceis’. É muito mais difícil controlar mulheres que tenham crises de pânico, de ansiedade, de depressão (o que é comum de se esperar, dadas as circunstâncias). 

Mas, você deve está dizendo: isso acontece com os homens também. Sim! Mas devemos ter em mente que as mulheres muitas vezes são levadas ao cárcere grávidas, em fase de amamentação e até mesmo prestes a parir. Além disso, questões mínima de higiene básicas, como na época do ciclo menstrual devem ser atendidas. Devemos enxergar a mulher, com suas peculiaridades. Nas celas não existe distribuição de absorventes, grávidas não possuem acesso e atendimento a pré-natal, depois que nascem, as creches não possuem nenhum traço de dignidade. O livro trata desses casos de maneira clara e detalhada, relatos das próprias presidiárias.

No Brasil hoje temos mais de 350 crianças presas vivendo em celas imundas e sem condições minimamente dignas. Grávidas são torturadas e bebês são obrigados a assistir à tortura da mãe. E essas crianças nem sequer precisam estar presas. O perfil dos crimes que levam as mulheres à cadeia é diferente dos que levam o homem a cadeia. Só 10% das mulheres cometeram crimes violentos, ou seja, crimes contra a pessoa. Logo, a maioria delas poderia estar amamentando em casa, cumprindo pena domiciliar.

A Lei nº 13.257/2016 promoveu importantíssimas alterações que valem a discussão. Vejam:

Inciso IV – prisão domiciliar para GESTANTE independente do tempo de gestação e de sua situação de saúde

Desse modo, agora basta que a investigada ou ré esteja grávida para ter direito à prisão domiciliar. Não mais se exige tempo mínimo de gravidez nem que haja risco à saúde da mulher ou do feto.

Inciso V – prisão domiciliar para MULHER que tenha filho menor de 12 anos

Art. 318. Poderá o juiz substituir a prisão preventiva pela domiciliar quando o agente for:

(…)

V – mulher com filho de até 12 (doze) anos de idade incompletos;

Portanto, é muito importante observarmos e refletirmos sobre os sistemas que o nosso País nos submetem. Não preciso dizer que o Brasil se transformou em um país em que há leis em excesso, no entanto, é pouco ou quase nada colocado em prática. No meio de um arsenal de leis que garantem educação pública de qualidade, o país se encontra como sendo o de pior educação do mundo, sendo que as pesquisas que o classificam neste cenário também não envolvem a educação prisional, ficando esta população à margem social!! 

Para quem quiser comprar o livro, eu indico muito. É uma reflexão e um choque de realidade que não temos noção até você ler apenas o primeiro relato, basta um. E Ah! Tenho um cupom de desconto de 10% pela Saraiva! Basta aplicar o código LIVROSOFF no carrinho!

 

O que relatei aqui são apenas algumas das inúmeras dificuldades que são realidade no nosso sistema. Espero que vocês tenham gostado do meu post e dica de hoje! Vamos ficar atentas aos absurdos da sociedade em que vivemos!

 

Beijos

Empoderamento feminino? O que dizer sobre Mulher-Maravilha?

Ontem fui ao cinema assistir Mulher Maravilha. Apesar de estar por fora dessa onda de super-heróis (sempre confundo as bolas, confesso), mas meu namorado gosta tanto que tenho aprendido um monte com ele sobre esse universo. Pois bem, falando sobre o filme: A mulher maravilha além de heróina que usa suas armas e forças, usa, antes de tudo a cabeça! Sim. Ela é aquilo que a psicologia chama de novo protótipo de mulher, creio eu. Algo como a mulher capaz de governar o mundo. O filme trata de Diana, filha da rainha do Amazonas e sua mãe não queria que ela fosse uma guerreira, apesar da sua tia a ensinar a treinar para isso todos os dias, e parecer que Diana estava com isso “encrustado” no seu sangue desde pequena. No filme vemos que Diana treina intensamente, com o apoio da sua tia e de repente bate de cara com Steve Trevor, que aparece na ilha (ao me ver parecia ser uma ilha escondida) e por conta de um acidente, ela o salva no mar.

Depois que o salva, a ilha começa a ser tomada por uma batalha pelos alemães. Após isto, Diana decide ir embora com Steve para tentar acabar com uma guerra e para conhecer a sua verdadeira origem. O filme é traçado por humor e cenas incrivelmente fascinantes, que enchem os nossos olhos de magia. Gente, a cenas de lutas e de guerra são de tirar o fôlego, literalmente. Percebemos que durante todo o filme, Diana rouba a cena e deixa de lado a ideia de que a mulher é frágil e deve ser protegida. Exemplo disso é que Steve não rouba a cena como héroi em momento algum, apesar de sempre estar ajudando Diana em suas batalhas.

O que temos no filme é uma relação mútua de ajuda entre todos os envolvidos com Diana. Quando ela usa os seus braceletes para parar até as balas das armas o personagem meio que aceita que Diana é SIM capaz de lidar com qualquer um e contra qualquer coisa! Não vamos falar sobre o seu escudo, meu coração não é capaz de aguentar.. Diana é um personagem que me encantou de verdade. Não apenas pela sua beleza (que MULHER!), mas pela sua ingenuidade com as coisas triviais da nossa sociedade.. Ela é inteligente e capaz de chegar onde quer. Toda essa idéia de ingenuidade e de não saber muito bem o que as coisas “reais” significam (afinal ela mora em uma ilha secreta), rendem bons momentos e risadas para quem está assistindo ao filme. Apesar de ter ido assistir ao filme com (muito) sono, eu sai sai da sala de cinema vencida e mega empolgada pra ver mais filmes da DC comics! Que filme fantástico, que cenas, que efeitos!

O tema do empoderamento feminino fica em destaque e merece um pouco da nossa atenção, afinal ele basicamente, se refere a dar poder para outras mulheres e cada mulher assumir seu poder individual. Com isso, há crescimento e fortalecimento do papel de todas na sociedade. É notório que houve um tempo em que muitos barraram o empoderamento feminino por causa de regras visivelmente patriarcais, que não nos vê como iguais perante os homens, mas como competidores ou rivais. Silenciamos chances de empoderar ao promovermos mais homens que mulheres. Silenciamos chances de empoderar ao acharmos que a culpa é da vítima. Podemos não ver, mas provocamos desigualdades em vários âmbitos até nos abrirmos para a desconstrução.De novo, parece que empoderamento feminino é missão exclusiva dos coletivos feministas ou de entidades como a ONU, mas é uma missão diária que qualquer mulher pode abraçar. Não precisa se dizer feminista para empurrar a mulher ao próximo degrau, embora o ato de apoiar uma mulher e enaltecê-la seja intrínseco ao feminismo. Empoderar é liberdade. Uma liberdade que o patriarcado não quer. Empoderar é igualdade e a mulher ainda não é vista como igual na sociedade. Pensando nisso, fiz um infográfico com 4 coisas que eu não sabia a respeito da Mulher Maravilha:

Portanto, deixo aqui o meu apelo: ASSISTAM! Não apenas pelas suas cenas incríveis, pela sua produção maravilhosa, mas pela mensagem que ele passa por trás de todas as suas quase 2:30h de filme. É com certeza um dos melhores filmes já produzidos.