Carlos Ruas na XI Bienal do Livro de Pernambuco

Um sábado qualquer

Vocês conhecem o Carlos Ruas? Aposto que sim. As tirinhas dele são amplamente difundidas na internet (principalmente nas redes sociais) com uma leitura bem-humorada do Criador (Deus). “Um Sábado Qualquer” (http://www.umsabadoqualquer.com/) rende mais frutos que qualquer árvore das parábolas de Jesus. Seu blog tem mais de 40 mil acessos diários de pessoas que querem saber mais sobre todo esse universo religioso. Além dos sucessos nas tirinhas on-line, Ruas ficou famoso pelo humor livre de preconceitos ao tratar de um tema polêmico: a religião.

O criador fez personagens seculares com muita criatividade, inteligência e tornou algo que mescla o sério com o cômico. Carlos Ruas é designer e o responsável pelo blog. Hoje seus personagens, como Deus e Luci, ficaram tão famosos que foram além dos quadrinhos, eles existem em formato de pelúcia. Uma fofura! Isso mesmo. Hoje ele possui livros impressos publicados e até itens como almofadas, quadros, capachos etc, como forma de firmar a sua marca no dia-a-dia dos fãs. Confira aqui o seu acervo. Eu sou apaixonada!

O que acho mais legal nas tirinhas do Ruas é que além da temática religiosa com a pitada cômica, não é raro ver o seus personagens interagindo com Friederich Nietzche, Oscar Niemeyer, Charles Darwin, Chico Xavier, Vinicius de Moraes e muitos outros.

Para quem não conhece, eu digo: Vale muito a pena conhecer o trabalho do Ruas. É um humor que não é nem de longe ofensivo. Claro, que para os radicais, a figura muda. O humor do cartunista é light e pacífico, assim como tem de ser!

Bienal do Livro de Pernambuco

Quem me segue nas redes sociais sabe que o blog foi selecionado para fazer parte da cobertura da XI Bienal do Livro de Pernambuco. Foi uma grande conquista, pois eu sempre goste de ler!!! Então fiquem ligados, que vai ter muito conteúdo bacana por aqui nessa curta temporada. Para quem é de Recife e proximidades, fica a aqui o meu convite: A bienal será realizada de 06 a 15 de outubro no Centro de Convenções de Pernambuco e vai trazer nessa edição várias novidades para quem gosta do universo geek e cultura pop, como oficinas de HQ e Artist Alley.

O Carlos Ruas é um dos nomes integrantes dessa ala ao lado dos gigantes Thony Silas, responsavel por desenhar personagens como Batman, Homem- Aranha e Demolidor pela DC COMICS e Eron Villar, roteirista.

O autor tem Quino como uma das grandes referências. Em uma das suas entrevistas diz que a melhor ferramenta para se trabalhar é a mão. Os seus desenhos são feitos primeiramente a lápis e nanquim para depois serem escaneados e  com a ajuda de programas, as sequências são montadas e coloridas e só então estão aptas para publicação. 

Ele diz sempre ter sido um leitor apaixonado de tirinhas, e quando percebeu que tinha talento para a coisa, resolveu criar as suas próprias. Como o tema religião o interessava, e poucos artistas abordavam o assunto, ele decidiu apostar na ideia.

Críticas?

Até onde eu sei, o Ruas não tem uma religião definida, e isso se torna algo bom para o seu trabalho pois ele se mantém imparcial e fala de todas as religiões com um toque de humor muito legal.

Acredito que um grandes diferenciais do trabalho dele é o fato de abordar uma questão delicada (Deus, religião e o diabo) com personagens que são humanizados, que possuem os vícios e virtudes que nós, meros mortais temos. O intuito de Carlos Ruas não é levantar bandeira ou ofender qualquer religião, mas busca promover “o diálogo, o debate e o livre pensamento filosófico” em um tempo marcado por manifestações de intolerância.

Para quem gosta de tirinha e de cultura pop vale a pena conferir o seu trabalho. E para quem é de Pernambuco, nos vemos na Bienal!

Um beijo e até a próxima!

 

TAG: Look at Me

Os looks que usei no festival:

Vocês pediram, é uma ordem! Recebi várias mensagens lá no Insta querendo saber de onde eram as peças que usei nos 2 dias de Rock in Rio. Como foi a minha primeira vez no festival, optei por um look confortável e mais podrinho mesmo. Lia bastante a respeito nos grupos de interacões e o pessoal reclamava muito do calor durante o dia, então não tive dúvidas: Short!!!

 

As blusas comprei no Mercado Livre e mandei customizar com Vânia Mayre. Para quem é de Recife, fica a dica!!! Ela customizou as minhas duas blusas do festival e é muito caprichada!!! A Vânia é formada em Design de Moda e tem um ateliê onde realiza as suas customizações e peças autorais. Para quem ficou curiosa, segue o link do blog dela e também as redes sociais!!! Muito amor pela minha camisa!

Blog Estima da Moda 

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Deu pra ver que priorizei o conforto nas idéias, né? O tênis foi essencial e entrou como item poderoso de styling: esse cano mais alto, por exemplo, é um super curinga, vai tanto com looks básicos a vestidos bem femininos, ajuda inclusive a modernizar o modelo folk.

O short foi Renner, e ele é super molinho, não é aquele jeans grudento e desconfortável e o tênis, já havia comentado aqui que é da Via Mia. Eu fiquei impressionada: aguentei mais de 10h de festival sem uma dor no pé! Via Mia, eu te amo! hahaha

Segundo dia:

No segundo dia, a mesma coisa! Escolhi um look também confortável e descolado para curtir! Optei por um short de paetês preto (também da Renner), afinal um pouco de brilho não faz mal a ninguém, né? Na foto não dá pra ver, mas ele tinha brilho SIM!

 

 

O colete eu customizei com a ajuda do meu namorado. Ele fez o desenho com caneta própria para tecido, e eu colei os patches! Os patches adquiri na loja Toca dos Bordados, além dos preços serem super ok, a entrega foi foguete!!! Chegaram muito rápido e eles ainda enviaram um brinde pra mim!

Como queria usar o colete, a customização da camisa foi mais leve, com o detalhe em couro sintético, e um top por baixo com tiras na frente.

Os dois óculos também são da Renner (já perceberam que sou Renner Addicted, né?). Tênis Adidas e Mochila da C&A que me salvou horrores a viagem toda.

 

É isso! Espero que vocês tenham gostado do post! Não vejo a hora de voltar em 2019 pro Rock in Rio. É realmente uma experiência mágica, principalmente para os amantes da música!

Beijos e até o próximo post!

 

God Save the Queen: tributo do Queen chega ao Brasil

O grupo God Save The Queen desembarcou em Recife ontem, dia 04 de Junho no Teatro Riomar para mais uma apresentação da sua turnê “Don’t Stop me Now”. A banda conquistou fama de ser a versão mais fiel do Queen original e são conhecidos por usar vestuários, instrumentos e cenografias semelhantes aos que animaram os fãs na década de 1980 e hoje conta com mais de 20 anos de carreira. Iniciada na Argentina, ela chama atenção de fãs de diversas partes do mundo e faixas etárias devido às semelhanças até mesmo físicas dos integrantes com a banda original. O argentino Pablo Padín impressiona ao lembrar Freddie Mercury, inclusive na forma de cantar (que voz!). No seu novo espetáculo (que por sinal tem o nome da minha música predileta deles)- Don’t Stop me Now- eles reúnem os melhores clássicos do Queen num show para turnê mundial de 2017, e possuem um aparato de itens idênticos aos da banda original, a começar pelo cantor que além da voz, mostra uma surpreendente semelhança de modo de andar, se vestir e até de se comportar no palco durante toda a sua apresentação.

O grupo apresenta músicas clássicas da banda como We Will ROck You, Radio Gaga, Bohemian Rhapsody, We are The Chapions, dentre outros sucessos que marcaram a época. O que mais impressiona é que Pablo Padin não apenas faz uma apresentação idêntica ao astro do rock Freddie, mas parece a sua própria encarnação. O timbre da voz se assemelha muito, não posso dizer que é igual (até porque não poderia, Freddie tinha uma voz única), mas é bastante similar e Padin compensa isso atingindo vigorosamente todas as notas. Mas ainda não era o bastante para o Freddie Mercury argentino. No clássico trecho operístico de “Bohemian Rhapsody”, ele encarou os vocais e tocou o piano, tudo ao vivo — coisa que nem o Queen original arriscava fazer no palco. Surreal!!!  Clica aqui pra ver uma apresentação deles!! 

Tudo o que rodeia a banda ajuda a recompor a atmosfera dos shows do Queen: cenário, figurino, iluminação. O resultado final é irretocável. Quatro caras trabalhando com esmero e levando o conceito de banda-tributo aos seus estertores, para poder entregar ao público aquele Queen de 1986, no auge da glória, como que numa imagem congelada no tempo. O que me leva a ficar pensativa sobre o que restou do Queen, que atualmente conta com a presença de Adam Lambert, ganhador da oitava temporada do reality show ” American Idol, como vocalista.  Posso dizer? Não dá. O menino canta bem, se esforça tenta ser o rock and roll das galáxias, mas no final é tudo pose. Para mim é um crime no rock.

Mas voltemos ao que interessa.. A banda que conta com 4 integrantes foi eleita em 2011 pela Revista Rolling Stone como sendo o melhor tributo de todos os tributos do mundo. Ela consegue criar um espaço e uma sensação de estar realmente vendo ao Queen original, e ao vivo! Sim, a banda não utiliza playback em momento algum do show, e os integrantes ocupam o mesmo espaço e a mesma formação em cena, exatamente como o grupo inglês o fazia na década de 80. Eles já rodaram pela Europa, Ásia, Americana do Norte, Oceania e ganham fama e admiração do cativo publico e fãs de Freddie Mercury e cia.

Para quem também é fã, ou gosta do Queen, eu super recomendo a ida! A banda irá se apresentar em junho nas principais capitais do Brasil. Segue lista abaixo:

  • Dia 09 de junho – Teatro Bradesco São Paulo
  • Dia 14 de junho – Auditório Araújo Vianna Rio Grande do Sul
  • Dia 17 de junho – Teatro Bradesco Rio de Janeiro

Eles já passaram por Fortaleza, Natal e Recife. Certamente o legado deixado pela formação clássica da banda está em boas mãos com o God Save the Queen! 

Voltem sempre a Recife e principalmente, ao Brasil.

Beijos, beijos!